Drenagem Linfática Manual

O Verão e esses dias quentes pedem uma boa drenagem… Reduzir a retenção de líquidos, melhorar o fluxo linfático e favorecer o bom funcionamento do metabolismo.

DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL

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Desde a antiguidade os Gregos já revelavam a linfa e os vasos linfáticos. Nesta época a Medicina Afirmava que as “enfermidades” ocorriam pelas variações de estados de humores e pelos deslocamentos induzidos dos líquidos orgânicos, no corpo, em geral nos vasos. Porém, todas as teorias formuladas ficaram como hipóteses até as primeiras dissecações feitas. Médicos notáveis como Hipócrates e Galeno obtinham conhecimento empírico sobre a Linfa.

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Avançando na história Avicena menciona o fluido claro (Linfa) e suas implicações para saúde. Chegando à Idade média, o médico Italiano Aselius revela a presença de vasos linfáticos ao dissecar o intestino de um cachorro. Em 1651 Vanton e Rubdeck conseguem isolar partes do sistema linfático e distinguir a linfa do resto da circulação sanguínea e observa-lo. Nesta mesma época Pecquet observou o ducto linfático, comprovando que o Quilo não é drenado para o fígado e sim para um reservatório, que mais tarde recebeu o nome de cisterna de Pecquet. A grande importância ao estudo e funções da linfa, é dada ao Dinamarquês Thomas Bartholin, que através de estudos entre 1652 a 1654 que o denominou de sistema linfático. Esses estudos serviriam para o desenvolvimento e descoberta da linfologia.

 A Drenagem Linfática Manual surgiu na Alemanha com Estrid e Emil Vodder 1932.

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O método de Drenagem Linfática Manual foi desenvolvido na Alemanha pelo casal dinamarquês Estrid e Emil Vodder, desde 1932. Dr. Vodder, formado em fisioterapia pela Universidade de Bruxelas, começou nos pacientes que se internavam para recuperar-se de infecções e resfriados crônicos, devido ao clima de seu país. O casal observou que a maioria dos pacientes apresentava os gânglios linfáticos do pescoço inchados. Naquela época, o sistema linfático era um tabu, mas assim mesmo eles resolveram estudar profundamente a drenagem linfática dos clientes, e só em 1936 divulgaram esse trabalho.

No ano de 1977, a FEBECO trouxe ao Brasil o Prof. Leduc, da Universidade de Bruxelas, aluno do Dr. Vodder e colaborador do Prof. Dr. Collard de Bruxelas, que conseguiu demonstrar através de um filme, a ação acelerante da Drenagem Linfática manual mediante a radioscopia, após a aplicação de contraste numa perna humana destinada a amputação. E desde aí a pratica vem sendo aplicada com muito sucesso.

DRENAGEM LINFÁTICA é uma técnica de massagem que trabalha o sistema linfático, estimulando-o a trabalhar de forma rápida, movimentando a linfa até os gânglios linfáticos. É uma técnica de massagem com manobras suaves e rítmicas.

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“A drenagem apenas melhora o aspecto da pele e tira a sensação de desconforto causada pelo líquido acumulado”.

A linfa é o líquido existente nos vasos dos gânglios linfáticos. É caracterizada por sua viscosidade, ausência de cor, por conter substâncias orgânicas e inorgânicas, resíduos e toxinas.

 

 

Os gânglios linfáticos, ou linfonodos, são encontrados em todo o corpo. Eles são parte importante do sistema imunológico. Sua função é ajudar o corpo a reconhecer e combater germes, infecções e outras substâncias estranhas. É para eles que a linfa recolhida dos vasos é direcionada para ser filtrada. As áreas comuns em que os linfonodos podem ser sentidos, através da palpação, incluem: Virilha, Axila, Pescoço, Abaixo da mandíbula e do queixo, Atrás das orelhas, Na parte posterior da cabeça.

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O sistema linfático tem funcionamento paralelo ao sistema circulatório, tem uma grande rede de vasos, que estão espalhados pelo corpo todo e coletam líquidos dispersos. Esses líquidos são filtrados e lançados na corrente sanguínea. A drenagem linfática faz com que estes líquidos sejam coletados pelas estruturas responsáveis por essa função.

 

 

Os benefícios gerais da drenagem linfática, como a melhora de edema, podem ser sentidos imediatamente, agindo diretamente no sistema linfático, a drenagem linfática manual regula a vascularização arterial e venosa, atua nas cicatrizações, hematomas e equimoses de pós-operatórios. Contribui também para a hidratação celular, dando a pele um aspecto mais saudável e também permite uma melhor circulação do sangue.

 

A drenagem linfática também pode diminuir os sintomas da TPM porque melhora a resposta do sistema circulatório e atuação do organismo para inibir os sintomas.

Os inchaços ocorrem quando há um acúmulo de água e sódio no corpo. Surgem em casos de obesidade, falha de órgãos, problemas circulatórios e hipotireoidismo.

QUERIDINHA

BENEFICIOS DA DRENAGEM LINFÁTICA:

Desintoxica e drena os gânglios linfáticos;

Tem efeito analgésico e imediato da ansiedade;

Ajuda a reduzir o stress e o cansaço crônico;

Comprova o aumento considerável de endorfinas e encefalinas;

Também se comprova o efeito anticoagulante do sangue, melhorando sua viscosidade e fazendo que este flua melhor pelo organismo e de forma a nutrir, em maior grau, os músculos e os tecidos massageados;

Aumento do calor corporal, com a dilatação dos vasos e artérias, eliminando toxinas com grande facilidade;

Relaxante muscular e alivio das contraturas;

Causa hiperemia, aumento da irrigação sanguínea local;

Eliminação de fatores patogênicos externos, como frios e umidade;

Ativa a circulação sanguínea e energética.

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“O sistema linfático não está ligado à gordura e sozinho a drenagem também não acaba com a celulite”.

 

CONTRA INDICADA NOS CASOS DE:

– Câncer;
– Tromboflebite;
– Trombose;
– Septicemia;
– Reação inflamatória aguda;
– Insuficiência cardíaca não controlada;
– Processos viróticos;
– Febre;
– Gestação de alto risco;
– Insuficiência Renal GRAVE.

Outra fonte de preocupação é quando a drenagem é aplicada a pacientes que têm câncer e não sabem. Existe a hipótese de que ela poderia acelerar a disseminação das células malignas pelo organismo. A dúvida é pertinente, mas não há consenso entre os médicos.

Como os capilares linfáticos estão localizados logo abaixo da pele e acima dos músculos a drenagem linfática não deve ser aplicada com manobras que provoquem dor, desconforto e acima de tudo hematomas. Uma pressão forte pode romper os vasos.

 Efeitos da Drenagem Linfática Manual:

– Aumento da capacidade de admissão dos capilares linfáticos;
– Aumento da velocidade da linfa transportada;
– Aumento da quantidade de linfa filtrada processada pelos gânglios linfáticos;
– Aumento da oxigenação e desintoxicação da musculatura esquelética;
– Aumento do peristaltismo intestinal;
– Aumento da diurese;
– Otimização das imunorreações celulares;
– Diminuição das aderências e retrações cicatriciais;
– Maior eficiência celular;
– Maior eficiência da nutrição dos tecidos.

 

A drenagem linfática manual costuma ser recomendada após cirurgias estéticas, principalmente nas lipoesculturas ou lipoaspiração. Além de acelerar a recuperação, diminui a chance de fibroses, e possíveis edemas (inchaço). Além disto, favorece a regeneração e reparação da pele e dos tecidos afetados.

DRENAGEM LINFÁTICA COM USO DA VENTOSATERAPIA

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Tonifica os músculos, recupera a elasticidade da pele, ajuda a diminuir as cicatrizes e estrias, melhorando também o contorno corporal.

Esta técnica trabalha a derme, epiderme, as camadas do tecido adiposo (gordura), os músculos, e os vasos sanguíneos, e tem como resultado, o aumento da oxigenação celular, melhorando a nutrição e reduzindo a celulite, melhorando a circulação local e com isto, reduzindo o edema.

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Alivia dores musculares, combater o estresse, melhorar a circulação, acalmar dores de cabeça e dores na lombar, aumentar o fluxo do sangue e da linfa.

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